A nova galeria de Lisboa não quer ser “apenas mais uma”. Na Rua da Prata, em plena Baixa, instalou-se a ZET, a 6 de novembro, num espaço de 60 metros quadrados. “Assim que chegámos, percebemos que as pessoas daqui estavam à espera disto”, conta à NiT Helena Mendes Pereira, diretora-geral e curadora.
O projeto nasceu em Braga em 2014, fundada por José Teixeira com a missão de democratizar o acesso à arte contemporânea, promover literacia cultural e dar palco a artistas que, por viverem e trabalharem fora de Lisboa e Porto, muitas vezes ficam fora do radar das principais galerias. Ao longo de mais de uma década, o espaço expôs nomes como Ângela Ferreira ou Miguel Rio Branco.
Helena Mendes Pereira, de 40 anos, trabalha na área desde 2007. Está na ZET há nove anos e também passou 17 anos na Bienal de Artes de Cerveira, onde se tornou a primeira mulher a assumir a direção artística. Explica que esta expansão surge quase como um regresso às origens da própria missão da ZET.
Leia o artigo completo.
15/12/2025 às 16:11