Novo espaço cultural de Lisboa junta arte e IA. Quer ser uma referência internacional
A ZABRA Space consegue receber, no mínimo, 100 espectadores. Haverá um pouco de tudo, desde música a workshops intensivos.

O objetivo da ZABRA Space é claro: tornar-se uma referência nacional e internacional na interseção entre arte contemporânea, tecnologia e ciência. Abriu a 1 de outubro em Lisboa, em soft opening, num espaço de 500 metros quadrados pensado para criar, investigar, experimentar e, sobretudo, envolver o público de forma ativa em cada apresentação.

O projeto nasceu pelas mãos de três fundadores com percursos artísticos distintos: Inês Carincur, de 33 anos, ligada à música e ao teatro; João Pedro Fonseca, de 36, vindo das artes plásticas; e Lua Carreira, de 27, da dança. Apesar das diferenças, encontraram-se num ponto comum: a vontade de cruzar linguagens artísticas com áreas como a tecnologia e a ciência.

Antes deste novo capítulo, o coletivo esteve cerca de cinco anos no centro de Lisboa. Tal como aconteceu com muitos espaços independentes, os fundadores do projeto tiveram de sair daquela morada por causa dos custos exorbitantes. A mudança acabou por se transformar numa oportunidade.

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23/02/2026 às 10:47

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Maria Costa

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Maria Costa

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Maria Costa