Livros, quadros e CDs: a nova livraria do Bairro Alto quer ser um paraíso cultural
A Utopia 111 foi fundada por dois amigos de 25 anos, seguindo um legado antigo. Os preços começam nos 3€ e “a comunidade agradece".

Muitas vezes associado apenas a bares, restaurantes e discotecas, o Bairro Alto, em Lisboa, é também casa de espaços culturais que se podem visitar durante o dia. O mais recente abre já esta semana, a 29 de novembro. Chama-se Utopia 111 e chega com um conceito que une diferentes áreas. Embora os livros estejam em destaque, também vai encontrar esculturas, serigrafias, quadros e até CDs. O objetivo? “Ser muito mais do que uma livraria”, conta Luís Gonçalo, um dos fundadores, à NiT.

A ideia, explica, é criar um local onde diferentes expressões artísticas convivem lado a lado e onde o público possa entrar sem pressa, descobrir novos autores, ouvir música, beber um copo de vinho e, no futuro, assistir a conversas e pequenos concertos. “Queremos que aqui se consuma cultura em todos os formatos, não apenas livros”, revela.

Luís criou este projeto ao lado de Júlia Oliveira. Ambos com 25 anos, formaram-se em Ciência da Informação e História da Arte, respetivamente, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. A história da Utopia, porém, começa muito antes, ainda no Armazém 111, antiga livraria gerida pelos pais de Júlia que chegou a ter duas lojas e, mais tarde, se dedicou apenas a feiras do do livro.

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12/01/2026 às 09:40

Produtor

Maria Costa

Imagem

Maria Costa

Pós-produção vídeo

Joana Mouta