No novo Semea há clássicos e arrozes tocados pelo fogo para comer sobre o Douro
É a nova casa do projeto que Vasco Coelho Santos abriu em 2018. Entre potenciais estrelas e pesca sustentável, o chef falou à NiT sobre o seu percurso fulgurante.

Entalada entre casas e empoleirada no rio, a nova esplanada do Semea traz a Vasco Coelho Santos memórias de outros tempos, onde ali se dançava e bebia noite dentro. “Acho que toda a gente se lembra das noites lindas que se viviam no Bazaar”, explica sentado numa das mesas que agora são suas.

Mesmo depois do fecho da discoteca e já quando era um restaurante de sushi, o chef recordava-se do “imenso potencial” do espaço. E foi com naturalidade que, três anos depois da abertura do Semea na Rua das Flores, o transferiu para o novo poiso no Cais das Pedras. Nem a pandemia travou a mudança que se tornou oficial a 18 de agosto com a reabertura.

Apesar de reafirmar que a filosofia e o conceito se mantêm intocáveis, o chef de 34 anos aposta também nos novos caminhos que um espaço maior e mais versátil permite. Na esplanada nasceu uma cozinha ao ar livre, onde é possível cozinhar sob as brasas e no aconchego de um forno de lenha.

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13/10/2021 às 09:30

Jornalista

Daniel Vidal

Imagem

Tânia Teixeira

Editor

Joana Mouta