Pode dizer-se que Dora Lourenço teve uma epifania de pandemia. Fisioterapeuta de profissão, especialista em osteopatia, deu por si a repensar a vida entre confinamentos. Gostava de trabalhar na saúde, mas também era sempre a eleita para organizar festas. E adorava restaurantes. Vai daí que, mesmo perante um setor em dificuldades, arriscou tudo. Primeiro no Altar e agora no Sant’Avó — um tema religioso que percorre os dois (em breve três) negócios que agora colocam toda a família a trabalhar.
É uma espécie de circuito religioso entre as ruas de Alfama, com o Sant’Avó a funcionar no Largo da Graça desde agosto. “O Altar é um restaurante de cozinha tradicional em forno de lenha e esse conceito foi a nossa alavanca para o novo restaurante”, explica à NiT a empresária de 41 anos.
Porquê Sant’Avó? “Queríamos que houvesse uma ligação ao Altar e associámos aos santos. E como fazemos cozinha portuguesa… Bem, todos sabemos que não há comida como a da nossa avó.”
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17/11/2025 às 12:56